Performances têxteis
Gestos Borrados (2024)
Performance têxtil e litográfica com participação de Jenifer Lima e Vinícius Medeiros. Fotografias: Walton Ribeiro




...Aquele cheiro do tempo (2023-atual)
Performance têxtil com participação de Mariana Gualberto, Shavanna Luiza e Sandro Drumond. Mamam (Recife/PE), Galeria Christal (Recife/PE) e Umbral (Buenos Aires/Argentina). Fotografias: Walton Ribeiro




Sobre quem zela por nós (2020-2023)
Imersões, performances e esculturas têxteis com Carol Cosentino e participação de Alanys Araújo, Letícia Melo, Graci Ferreira, Letícia Monteiro, Savanna da Silva, Raiza, Sandro Drumond e Ana Julia Borre. Recife e Gravatá/PE. Fotografias: Walton Ribeiro. Integrou as exposições coletivas “Afetos em Nós” (2022), Casarão 34, João Pessoa/Brasil e “Vou criar o que me aconteceu” (2023), Galeria Christal, Recife/PE.
“Sobre quem zela por nós foram imersões performáticas e ritualísticas que resultaram na modelagem têxtil de corpos mergulhados em uma experiência de aprendizagem sobre relações afetivas e ancestrais. Modelamos peças feitas em crochê, linhas e folhas com as nossas curvas, artefatos que passaram a registar e conter uma série de memórias e lembranças ressignificadas. Demonstrou-se então, nossa vontade de re-fazer e re-construir a atenção plena às vibrações dos nossos corpos. É, entre tantas coisas, uma homenagem às mulheres de nossas famílias e uma conexão com os aspectos da feminilidade ancestral”.




Conheça mais em:
Catálogo da exposição coletiva “Vou criar o que me aconteceu”, Galeria Christal, Recife/PE (2023).
https://drive.google.com/file/d/1sdtqLNoAu6IF172yr1weIXibPkU2JR8q/view?usp=sharing
Borre, Luciana. Sobre quem zela por nós. In: LIMA, Stefania. O sensível e as artes manuais. São Paulo: Urdume (2021).
https://www.urdume.com.br/outraspublicacoes
Balançar em Dois (2021-2023)
Intervenção urbana e performática com Carol Cosentino na Praça do Derby, Recife/PE; Universidade Federal de Pernambuco, Recife/PE, Salgueiro/PE e Centro de Carpina/PE. Fotografias: Walton Ribeiro
“Envolve a instalação de balanços de tecido em espaços públicos. Balançar em Dois pretende gerar discussões sobre a ocupação dos espaços públicos com ações que se contrapõem à lógica capitalista da produção e consumo desenfreados, destacando o lazer, o ócio e a diversão, como ações esquecidas ou negligenciadas no cotidiano. A Pandemia COVID-19 impôs inúmeras restrições às relações interpessoais. Balançar em Dois propõe a aproximação e o olhar cuidadoso para com o próximo, pois a estrutura do balanço de tecido com a qual iremos trabalhar, pressupõe dois assentos próximos e frontais. Os lugares só funcionam tecnicamente se usufruídos por duas pessoas que brincam ao mesmo tempo”.




Imersão em barro e esmeralda (2022)
Imersão e Performance têxtil com participação de Carol Cosentino, Alanys Araújo, Letícia Melo, Graci Ferreira e Ana Julia Borre. Aldeia/PE. Fotografias: Walton Ribeiro




Em cada casa, sonhos (trans)bordados (2022)
Bordado, performance e instalação têxtil. Aldeia/PE. Arquivo pessoal.




Colchetes e colchonetes (2022)
Bordado, Crochê, Fotoperformance e Performance no Memorial da Medicina e Cultura de Pernambuco. Recife/PE. Fotografia: Walton Ribeiro




Intencionalidades em Azul (2022)
Bordado e performance. Compôs a Exposição Coletiva Tramações (4ª edição), Memorial da Medicina e Cultura de Pernambuco (Recife/Brasil).




Véus (2021)
Bordado, Instalação Têxtil e Vídeo Arte. Compôs a Exposição Coletiva “Entre Nós”, Galeria Capibaribe/Recife e a Exposição Coletiva “Afeto em Nós”, Casarão 34/João Pessoa/Paraíba. Fotografia: Walton Ribeiro.




Em Balanço (2021)
Bordado, Intervenção Têxtil e Vídeo Performance. Compôs a Exposição Coletiva “Afeto em Nós”, Casarão 34/João Pessoa/Paraíba. Fotografias: Arquivo pessoal. Vídeo: Walton Ribeiro.




Corazón de Trapo (2021)
Fotoperformance com Ana Júlia Borre. Compôs a Exposição coletiva 11º Encuentro de Performance, Umbral Espacio de Arte (Buenos Aires/Argentina). Integrou a 8ª edição da Revista Urdume: Artes Manuais na América Latina. Fotografia: Walton Ribeiro.
¡Soy una madre adoptiva! Les voy a contar un poco de lo que he aprendido desde que mi hija se unió a nuestra familia, a los 8 años. 1- No brindé un servicio social. No saqué a nadie de la miseria. La adopción no ocurre como un acto de solidaridad. Quizás, a lo sumo, simpatizaba conmigo mismo. 2- Tener una hija en el útero no es una condición para la maternidad. 3- Los lazos afectivos se crean a través del compromiso contigo mismo. 4- Nuestra relación existía antes de que nos presentaran. 5- ¡Fui adoptada por mi hija!




Alinhavadas (2019-2020)
Performance, compôs a Exposição Coletiva Tramações (3ª edição), Instituto de Arte Contemporânea (Recife/Brasil) e Galpon Gráfico (Córdoba/Argentina). A ação também está registrada no livro “IAC: Gênero e Memória”, organizado pela pesquisadora Madalena Zaccara e publicado pela Editora Arribaçã, em 2022.
"Foi uma ação para costura de saias em ponto alinhavo por meio da técnica de auto modelagem. Teve como principal objetivo observar, sentir e transgredir visualidades comuns sobre o uso de saias, refletindo sobre como memórias individuais - reais e/ou ficcionais - podem transbordar na/em relação com o outro e sobre como memórias autobiográficas ganham força nos campos das micropolíticas em tempos de isolamento social".
Conheça mais detalhes no artigo:
https://revistas.udesc.br/index.php/apotheke/article/view/20619/13614
BORRE, Luciana. Alinhavadas: experiência poética na costura de saias. Revista Apotheke, Florianópolis, v. 7, n. 2, 2021. DOI: 10.5965/24471267722021303. Disponível em: https://revistas.udesc.br/index.php/apotheke/article/view/20619. Acesso em: 18 nov. 2023.




Obediências (2020)
Intervenção Urbana, bordado e gravura. Compôs a “Muestra colectiva Marza” no Centro Cultural Casa de Pepino (Córdoba/Argentina) e a Exposição coletiva “XII Salón Internacional de Mini Textiles Nineces”, no Centro Integral de Arte Textil (CIART), (Córdoba/Argentina). Fotografia: Arquivo pessoal.




Segredos.3 (2019)
Performance. Fotografias: Eduardo Romero e arquivo pessoal.




Como destruir o vestido (2016)
Performance. Compôs a Exposição Coletiva Tramações (1ª edição), Galeria Capibaribe (Recife/Brasil). Fotografia: Elinaldo Silva.
“Durante quatro horas, destruí publicamente o vestido de noiva que costurei e bordei. Neste momento, contei com a ajuda e interação de um grupo de amigas e de inúmeros transeuntes que circulavam pela praia de Boa Viagem/Recife. Foram meses costurando o sonho e o vestido do casamento para depois destruí-lo. O resultado final foi a destruição do meu vestido de noiva e muitos relatos de mulheres que já sofreram algum tipo de violência de gênero atrelada à instituição casamento”.







